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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Padrões indesejados.

Desde há alguns anos que na tabela de preços tenho a observação:

Neste regime de explicações é expressamente necessário que cada aluno ganhe o hábito de trabalhar sozinho, ou a única altura em que o faz será nos testes.
Assim, os 3 tempos semanais (6 horas!!!) serão alvo de uma apreciação prévia, e nunca serão dados a alunos que não demonstrem trabalho fora do horário de aulas/explicações!
Penso que a frase diz tudo, e não estou a brincar.
A ideia de explicações é de servir de complemento às aulas e não 'substituição' das mesmas. Com base nessa crença, eu não 'dou aulas'.
Um aluno que me chegue constantemente tarde, que não demonstre trabalho nem estudo, prefere conversar (sobre outros assuntos) em vez de trabalhar, com notas baixas (tipicamente abaixo de 7), por mim não tem direito aos 3 tempos semanais e muito menos a explicações individuais (nem por 500€/hora)
De cada tempo de duas horas, uma hora e meia tem de ser necessariamente rentável.
Os encarregados de educação que não me venham com histórias: Se o aluno não quer trabalhar, por mim pode mudar de explicador-não me cabe a mim obrigar alguém a trabalhar!
Como já escrevi uma vez, explicações não são para quem precisa: são para quem quer.
Mas parece-me que ultimamente tenho de recordar isso às pessoas.
Desde 2004 que não perco alunos de 11º/12º para outros explicadores, mas cheira-me que neste ano tenho quem não tenha percebido o recado... e não, a culpa não é nem do programa, nem do professor da escola...
No caso do 12º, recordo que este (2016/2017) é último ano com os actuais programas, e se o que tem se passado com os alunos de 10º e 11º que têm tido a infelicidade de repetir Matemática é indicador, no próximo ano lectivo repetir o 12º implicará ser inserido numa turma com os nos novos programas...com colegas que já tiveram os novos 10º e 11º.

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